Tráfego pago

Tráfego pago para clínicas: o que muda em relação ao consultório

  • Equipe Vicentim Med, sob responsabilidade de Daniel Novi
  • 4 min de leitura

Resposta rápida

O tráfego pago para clínicas funciona como um conjunto de campanhas, uma pra cada serviço ou especialidade, com verba e página próprias, e não como uma campanha única igual à de um consultório. Também mudam o atendimento, que passa por uma recepção ou central, a medição, que precisa ser separada por especialidade, e a decisão entre anunciar a marca da clínica ou o nome de cada médico.

Notebook com um painel de resultados de anúncios ao lado de um estetoscópio

Quem cuida de uma clínica com vários médicos costuma começar anunciando como um consultório: uma campanha, uma página, um número de WhatsApp. Funciona mal. O paciente que procura um cardiologista e o que procura uma dermatologista não digitam a mesma coisa nem querem ler a mesma página.

A base é a mesma que a gente explica em como funciona o tráfego pago para médicos. O que muda é a organização.

Por que a clínica precisa de uma campanha pra cada serviço?

Porque o paciente quase nunca procura "clínica médica". Ele procura a especialidade, o exame ou o problema que tem. Cada serviço que a clínica quer divulgar precisa da própria campanha, com as próprias palavras-chave, os próprios anúncios e uma página que fale só daquele assunto.

Uma campanha pra cada serviço da clínica, cada uma com três peças: as próprias palavras-chave, os próprios anúncios e uma página só do assunto.

Separar também permite decidir quanto investir em cada frente. Numa campanha única com todas as especialidades, a plataforma distribui a verba por conta própria. Ela tende a gastar mais onde o clique é mais fácil, e nem sempre é ali que a clínica tem agenda livre ou melhor retorno.

Um exemplo: a clínica quer encher a agenda da endocrinologia, mas a campanha única gasta quase tudo em buscas por pediatra, que já está lotada. Com campanhas separadas, você pausa uma e reforça a outra.

Quem decide quais especialidades anunciar primeiro?

Os sócios, antes de a campanha começar, e por escrito. No consultório, o médico decide sozinho. Na clínica, todo mundo quer a própria especialidade em destaque.

Combine três coisas: quais serviços entram primeiro, quanto vai pra cada um e de quanto em quanto tempo essa divisão é revista.

Escolha também uma pessoa da clínica pra ser o contato de quem cuida dos anúncios. Ela avisa quando um médico entra de férias ou quando a agenda de um serviço lotou. Anunciar um horário que não existe gasta verba e frustra o paciente.

Quando a clínica tem mais de um endereço, entra outra divisão, por região. A gente trata dela em clínica com várias unidades: como organizar o marketing.

Como preparar a recepção pra receber os contatos do anúncio

Quando o anúncio funciona, o volume de mensagens e ligações sobe pra uma equipe que já atende telefone, confirma consulta e recebe quem chega. Três cuidados resolvem a maior parte disso:

  1. A equipe sabe quais campanhas estão no ar e o que cada uma anuncia.
  2. Existe um roteiro por especialidade, com preparo, valores e convênios aceitos, pra ninguém precisar perguntar ao médico a cada conversa.
  3. Alguém é responsável pelas mensagens que chegam fora do horário.

Se o volume já não cabe na recepção, vale separar o atendimento de quem está no balcão do atendimento de quem chama pelo WhatsApp. É a ideia da central de agendamento da clínica.

Como medir o resultado por especialidade?

Peça pra recepção registrar, em cada contato novo, qual serviço a pessoa procurou e por onde ela chegou. O total da clínica esconde o que acontece em cada campanha. Um mês bom no geral pode ter uma especialidade trazendo quase todos os agendamentos e outra consumindo verba sem retorno.

Com esse registro dá pra comparar, por especialidade, quanto foi investido e quantas consultas saíram dali. A decisão seguinte fica mais simples: aumentar a verba onde o retorno aparece, ajustar o que está mediano e pausar o que não se paga.

Os números que valem acompanhar todo mês estão em indicadores de marketing e atendimento para a gestão da clínica.

Anunciar a marca da clínica ou o nome do médico?

O caminho mais comum é a campanha levar a marca da clínica e a página de cada serviço apresentar os médicos que atendem ali.

Cada extremo tem um custo. Anunciar só a marca protege o investimento se um profissional sair, mas muito paciente escolhe pelo médico e quer ver o rosto e o currículo de quem vai atender. Anunciar só o nome do médico constrói a reputação dele, que vai embora junto se ele mudar de endereço. A gente compara os dois caminhos em divulgar a marca da clínica ou o nome dos médicos.

Nessa hora entram as regras de publicidade. A Resolução CFM 2.336/2023 pede que o médico apareça com nome e CRM, e com RQE quando a especialidade é anunciada. Pra saber o que mais o anúncio de uma clínica precisa trazer, confira o texto da resolução ou o CRM do seu estado.

Deixe combinado em contrato com os médicos como o nome e a imagem de cada um podem ser usados, e o que acontece com esse material quando alguém deixa a clínica.

A Vicentim Med atende médicos e clínicas com tráfego pago no Google, no Instagram e no TikTok. Veja como funciona o nosso trabalho de tráfego pago para médicos.

Perguntas frequentes

Tráfego pago para médicos

Tráfego pago feito por quem só atende médicos.

A Vicentim Med cuida dos seus anúncios no Google, no Instagram e no TikTok e acompanha até a consulta marcada.

Ver como funciona

Ainda sem site? A Vicentim Med faz um site médico que o Google e as IAs conseguem ler e recomendar, a partir de 12x de R$ 49,90, pronto em 3 dias úteis. Ver os sites para médicos