Marketing por especialidade

Marketing para alergista: como atrair pacientes o ano todo

  • Equipe Vicentim Med, sob responsabilidade de Daniel Novi
  • 4 min de leitura

Resposta rápida

O marketing para alergista tem dois públicos principais. Os pais de crianças com suspeita de alergia pesquisam muito e chegam bem pelo Instagram e pelo Google. O adulto com rinite ou urticária convive com o sintoma e só procura o especialista quando descobre que existe tratamento além do antialérgico. Testes e imunoterapia são buscados pelo nome e pedem página própria.

Jalecos e instrumentos de diferentes especialidades médicas sobre uma mesa

O maior concorrente do alergista é a farmácia. Boa parte das pessoas com rinite, coceira ou espirros compra um antialérgico e segue a vida sem saber que há um médico pra isso. A divulgação da especialidade tem, portanto, um trabalho a mais: explicar que existe investigação e tratamento, e pra quem.

Quando a paciente é a mãe que pesquisa

Na alergia infantil, quem procura é a mãe ou o pai, e a pesquisa é intensa. O bebê teve uma reação depois de comer ovo, apareceu sangue nas fezes, a pele vive irritada, o chiado volta a cada resfriado. As buscas vêm completas: "alergia à proteína do leite sintomas", "dermatite atópica bebê o que fazer", "alergista infantil" com a cidade.

Esses pais chegam cansados de opinião contraditória, com medo de alimentar a criança e muitas vezes com dietas restritivas feitas por conta própria. O conteúdo que ajuda é o que organiza: que sinais sugerem alergia, o que é reação esperada, como é feita a investigação, quando procurar urgência.

Boa parte vem encaminhada pelo pediatra, que é quem acompanha a criança e percebe o padrão. Vale manter contato com os pediatras da sua região e devolver o paciente com orientação por escrito. A divulgação do lado deles está em marketing para pediatra.

Diga com clareza no site e no perfil se você atende crianças, e a partir de que idade.

O adulto que se acostumou com o sintoma

Rinite, urticária que vai e volta e asma leve fazem parte da rotina de muita gente. Esse adulto não pesquisa "alergista". Ele pesquisa "nariz entupido toda manhã", "coceira no corpo sem motivo", "remédio pra rinite que não dá sono".

Pra alcançá-lo, o conteúdo precisa começar pelo sintoma e chegar à informação que ele não tem: que dá pra identificar a causa e que existe tratamento de longo prazo.

Otorrinolaringologistas, dermatologistas e pneumologistas atendem esses mesmos sintomas e encaminham quando desconfiam de causa alérgica.

Testes e imunoterapia são procurados pelo nome

Uma parte das buscas é pelo procedimento. "Teste de alergia" com a cidade, "teste de alergia alimentar preço", "vacina pra alergia funciona". Quem pesquisa assim costuma estar pronto pra marcar.

Faça uma página pra cada um, explicando:

  • Como é feito, quanto tempo leva e se dói.
  • Que remédios precisam ser suspensos antes, e por orientação de quem.
  • A partir de que idade pode ser feito.
  • Que o teste é pedido e interpretado na consulta, e não substitui a avaliação.

No caso da imunoterapia, explique que é um tratamento longo, com indicação definida pelo médico, e não prometa o fim da alergia.

Anúncio de pesquisa no Google atende bem essas buscas. Pra decidir entre ele e a rede social, veja Google Ads ou Instagram para médicos.

Como o paciente chega ao alergista: pais que pesquisam pela criança, encaminhamento do pediatra, adulto que pesquisa o sintoma e busca pelo teste de alergia.

Instagram rende, principalmente com pais

A alergia é um tema de rotina doméstica: lancheira, festa de aniversário, troca de estação, bicho de estimação, poeira. Isso dá assunto pra conteúdo o ano inteiro e explica por que o Instagram costuma funcionar bem pro alergista, sobretudo com mães e pais.

Os stories servem pra dúvidas rápidas e pros avisos de época, como a chegada do tempo seco. O uso desse formato está em stories para médicos. Quem não consegue manter a rotina de publicação pode contar com uma equipe, como a nossa de gestão de redes sociais para médicos.

A procura tem picos nas trocas de estação, mas alergia alimentar, de pele e a medicamentos não têm época. Alternar os temas ao longo do ano evita que a agenda dependa só do outono e do inverno.

Os cuidados de ética que mais pesam

Em volta da alergia circulam testes sem base, dietas de exclusão vendidas pra tudo e promessas de "cura". A Resolução CFM 2.336/2023 proíbe prometer resultado e fazer sensacionalismo. Na prática:

  • Fale em controle e em tratamento, sem garantir que a alergia vai acabar.
  • Não use o medo de reação grave pra pressionar os pais a marcar.
  • Foto de criança, mesmo com autorização dos pais, pede cautela. Confira o texto da resolução ou o CRM do seu estado antes de publicar.
  • Mostre nome, CRM e RQE. O registro diferencia o especialista de quem oferece teste sem indicação.

Em clínica com vários médicos

Numa clínica, vale mostrar quem atende criança, quem atende adulto e quem cuida de áreas específicas, como alergia alimentar ou a medicamentos. Se a clínica faz testes de provocação ou aplica imunoterapia no local, diga isso e explique a estrutura de segurança, porque é o que os pais mais querem saber. A Vicentim Med é uma assessoria de marketing que atende só médicos e clínicas e cuida de redes sociais, tráfego pago e treinamento da secretária.

Perguntas frequentes

Tráfego pago para médicos

Tráfego pago feito por quem só atende médicos.

A Vicentim Med cuida dos seus anúncios no Google, no Instagram e no TikTok e acompanha até a consulta marcada.

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