Marketing por especialidade

Marketing para coloproctologista: como divulgar com discrição

  • Equipe Vicentim Med, sob responsabilidade de Daniel Novi
  • 4 min de leitura

Resposta rápida

O marketing para coloproctologista atende um paciente que tem vergonha do problema, pesquisa sozinho e adia a consulta enquanto pode. Por isso a busca no Google rende mais que a rede social, já que ali ninguém vê o que ele procura. O que decide a marcação é uma página que fale do problema com naturalidade e um atendimento discreto, do anúncio à sala de espera.

Jalecos e instrumentos de diferentes especialidades médicas sobre uma mesa

O paciente da coloproctologia não pede indicação pra amigo nem comenta no grupo da família. Ele sente dor ou vê sangue, espera passar, tenta pomada, e quando resolve procurar um médico faz isso em silêncio, no celular. Toda a divulgação da especialidade parte desse comportamento.

O paciente pesquisa sozinho e adia o quanto pode

A pesquisa começa pelo sintoma e usa as palavras do dia a dia: "sangue no papel higiênico", "dor ao evacuar", "caroço no ânus", "hemorroida tem que operar". Muita gente nem sabe o nome da especialidade e digita "médico de hemorroida" ou "proctologista".

Duas coisas seguram a marcação. A vergonha do exame e o medo de ouvir que precisa de cirurgia. Um site que responda as duas com franqueza encurta a espera: como é a consulta, o que é examinado, que a maior parte dos casos se resolve com tratamento clínico ou no consultório quando essa é a realidade do que você atende.

Escreva uma página pra cada problema, com o nome técnico e o nome popular no texto. Hemorroida, fissura, fístula, cisto pilonidal, incontinência.

Por que o Google rende mais que a rede social

Na pesquisa, o paciente está sozinho. Ninguém fica sabendo o que ele digitou, e o anúncio aparece na hora exata da dúvida. No Instagram acontece o contrário: curtir, comentar ou seguir um perfil sobre o assunto fica visível, então quase ninguém faz isso.

Por isso o anúncio de pesquisa costuma ser o canal pago mais indicado pro coloproctologista. O funcionamento está em Google Ads para médicos. O texto do anúncio pode ser direto sobre o que você trata, com vocabulário sóbrio.

Se você mantiver um perfil no Instagram, espere pouca interação pública e muita visualização silenciosa. Avalie pelo número de mensagens recebidas.

Discrição vale do anúncio à sala de espera

O cuidado com a privacidade precisa aparecer em cada ponto de contato, porque o paciente repara em todos.

  • Anúncios que seguem a pessoa. Remarketing é o anúncio mostrado de novo a quem visitou o seu site. Em tema de saúde, as plataformas restringem esse uso, e nessa especialidade ele ainda pode expor o paciente num celular compartilhado. A explicação está em remarketing para médicos.
  • WhatsApp. A secretária não precisa perguntar o motivo da consulta em detalhe. Basta saber se é primeira vez e se há urgência. Mensagens de confirmação não citam procedimento nem diagnóstico.
  • Telefone e recepção. Nada de repetir a queixa em voz alta.
  • Nome que aparece. Veja como o consultório surge na fatura do cartão, no aplicativo de mapas e no lembrete da agenda.

Diga no site que o atendimento é reservado. O modelo de conversa está em atendimento pelo WhatsApp no consultório, e a gente prepara a equipe pra isso no treinamento de secretária.

Procedimentos, laser e a promessa de "sem dor"

Os tratamentos menos invasivos são muito pesquisados, e é neles que a divulgação mais erra. A Resolução CFM 2.336/2023 proíbe prometer resultado e fazer sensacionalismo. "Sem dor", "sem corte" e "volta ao trabalho no dia seguinte" são promessas, mesmo quando acontecem com parte dos pacientes.

O que cabe é explicar a técnica, pra quem ela costuma ser indicada e que a escolha depende da avaliação. Fale da recuperação com sinceridade, porque o paciente que foi bem informado reclama menos depois. Imagens de antes e depois têm condições na resolução e, nessa área, raramente fazem sentido. Mostre nome, CRM e RQE.

Não use o medo de câncer de intestino pra apressar ninguém. Você pode dizer que sangramento merece avaliação, e parar aí.

De onde mais vem paciente

Gastroenterologistas, ginecologistas, urologistas e clínicos encaminham bastante. Como o paciente não pede indicação a conhecidos, a palavra do médico de confiança pesa em dobro.

A colonoscopia é outra porta. Quem tem o pedido pesquisa o exame, o preço e o preparo, e essa busca tem regras próprias, que a gente detalha em marketing para gastroenterologista. Se você faz o exame, mantenha a página dele separada das páginas de doenças.

Como o paciente chega ao coloproctologista, por três portas: 1. Pesquisa o sintoma no Google. 2. Encaminhado por outro médico. 3. Pedido de colonoscopia.

Avaliações no Google são mais difíceis de conseguir aqui, porque o paciente não quer o nome ligado ao assunto. Peça a todos, sem insistir, e aceite que o número será menor que o de outras especialidades.

Em clínica com vários médicos

Numa clínica que reúne coloproctologia, gastroenterologia e cirurgia, a recepção compartilhada exige mais cuidado com o que se fala no balcão. No site, apresente cada médico e os problemas que ele mais atende. Ter médica na equipe é uma informação que muitas pacientes procuram, então mostre quando houver. A Vicentim Med é uma assessoria de marketing que atende só médicos e clínicas e cuida de tráfego pago, perfil no Google e treinamento da secretária.

Perguntas frequentes

Tráfego pago para médicos

Tráfego pago feito por quem só atende médicos.

A Vicentim Med cuida dos seus anúncios no Google, no Instagram e no TikTok e acompanha até a consulta marcada.

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