Marketing por especialidade

Marketing para gastroenterologista

  • Equipe Vicentim Med, sob responsabilidade de Daniel Novi
  • 4 min de leitura

Resposta rápida

O marketing para gastroenterologista precisa atender duas buscas diferentes. Uma é a de quem convive com um sintoma digestivo e demora a procurar ajuda, que responde bem a conteúdo no site e a anúncio de pesquisa. A outra é a de quem já tem um pedido de endoscopia ou colonoscopia e quer saber preço, preparo e data, e essa pede uma página própria pra cada exame.

Jalecos e instrumentos de diferentes especialidades médicas sobre uma mesa

Na gastroenterologia, uma parte grande da procura é por exame, e não por consulta. Quem divulga só a especialidade fica de fora de muitas pesquisas. Quem divulga só o exame vira um serviço comparado por preço. Dá pra cuidar das duas coisas sem que uma atrapalhe a outra.

O paciente empurra o sintoma por meses

Azia, estufamento, intestino preso ou solto demais são queixas com que a pessoa convive muito tempo antes de marcar. Nesse intervalo ela pesquisa bastante, quase sempre o sintoma: "queimação no estômago toda noite", "barriga inchada depois de comer", "sangue nas fezes é grave".

Ela também testa soluções por conta própria, e quando enfim procura um médico já leu muita coisa, parte dela errada.

Pra esse paciente, o que funciona é estar na resposta da pesquisa. Isso se faz com páginas no site sobre as queixas mais comuns, escritas com as palavras dele, dizendo o que pode estar por trás daquilo e quais sinais pedem avaliação sem demora. O caminho está em SEO para médicos.

Endoscopia e colonoscopia são outra busca

Quem pesquisa o exame já tem o pedido na mão, ou chegou à idade em que o médico recomendou o rastreamento. A pesquisa é objetiva: nome do exame, cidade, e logo depois "preço", "com sedação", "pelo convênio" ou "como é o preparo".

Se você faz os exames, cada um merece uma página com:

  • Como é o exame e quanto tempo a pessoa fica no local.
  • O preparo, em linguagem simples, e a necessidade de acompanhante.
  • Onde é feito e quem faz a sedação.
  • Convênios aceitos ou o valor particular, se você optar por divulgar.
  • Em quanto tempo sai o resultado e como é a consulta de retorno.

Preparo e sedação são medos que adiam a colonoscopia, e uma explicação tranquila sobre os dois costuma pesar mais que o preço. A Resolução CFM 2.336/2023 passou a permitir informar o valor da consulta. Pra exame e procedimento a regra não é a mesma, então confira no texto da norma ou no CRM antes de divulgar valor.

Exame anunciado sozinho atrai quem compara preço e não volta. Ofereça a consulta de retorno já no agendamento. A secretária precisa de um roteiro pra isso, e a gente sugere um em o que responder quando o paciente pergunta o preço.

O assunto de que ninguém gosta de falar

Intestino, hemorroida e gases são temas que o paciente tem vergonha de comentar ou compartilhar. Por isso o Instagram mostra menos curtidas e comentários do que em outras especialidades, mesmo quando muita gente está vendo.

O conteúdo funciona quando trata o tema com naturalidade e sem piada. Vídeos curtos respondendo perguntas que o paciente não tem coragem de fazer em voz alta costumam ser salvos e assistidos em silêncio. Meça pelo que chega no WhatsApp, e não pelos comentários.

Os cuidados de ética que mais pesam na gastro

Em volta da especialidade há muita promessa: dieta que "cura" o intestino, suplemento, teste de intolerância vendido como solução pra tudo. A Resolução CFM 2.336/2023 proíbe prometer resultado e fazer sensacionalismo. Na prática do gastroenterologista isso significa:

  • Não garantir fim de sintoma nem cura de doença crônica.
  • Não usar o medo de câncer pra vender exame. Explique quem tem indicação e pronto.
  • Cuidado ao associar o seu nome a suplemento ou produto. Antes de qualquer divulgação desse tipo, confira o texto da resolução ou o CRM do seu estado.
  • Mostrar nome, CRM e RQE em toda peça.

De onde mais vem paciente

O encaminhamento continua forte nessa especialidade. Clínico geral, cirurgião, nutricionista e proctologista mandam paciente, e o paciente encaminhado pesquisa o seu nome antes de marcar. Ter o perfil no Google e o site em ordem serve também a ele. Sobre como cuidar dessa rede, veja indicação de pacientes.

Quem acompanha doença crônica, como as inflamatórias do intestino ou as do fígado, tem ainda os retornos. Esse paciente fica anos com o mesmo médico quando se sente bem orientado.

Como o paciente chega ao gastroenterologista: pesquisa pelo sintoma, busca pelo exame, encaminhamento de colegas e retorno de doença crônica.

Clínica com sala de exames

Numa clínica com vários médicos e endoscopia própria, o exame costuma ser a porta de entrada mais movimentada. Vale tratar a divulgação dele como a de um serviço de diagnóstico, com campanha, página e atendimento próprios, e medir quantos pacientes de exame viram pacientes de consulta. A lógica está em marketing para clínica de exames. No site, apresente cada médico com a área em que mais atua, pra que o paciente com doença do fígado não caia na agenda de quem prefere intestino. A Vicentim Med monta essas campanhas separadas pra médicos e clínicas.

Perguntas frequentes

Tráfego pago para médicos

Tráfego pago feito por quem só atende médicos.

A Vicentim Med cuida dos seus anúncios no Google, no Instagram e no TikTok e acompanha até a consulta marcada.

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