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Palavras-chave no Google Ads para médicos: como escolher

  • Equipe Vicentim Med, sob responsabilidade de Daniel Novi
  • 4 min de leitura

Resposta rápida

No Google Ads para médicos, as melhores palavras-chave são as buscas de quem já decidiu procurar atendimento: especialidade, consulta, exame ou procedimento, junto com a cidade ou o bairro. Buscas por sintoma trazem mais gente em dúvida e costumam render menos consultas por clique. Comece com uma lista curta, de um atendimento só, e ajuste pelo que virou consulta.

Notebook com um painel de resultados de anúncios ao lado de um estetoscópio

A palavra-chave decide quem vê o seu anúncio no Google e, por consequência, quem chama no WhatsApp do consultório. Dá pra escolher bem sem dominar a ferramenta, seguindo poucos critérios.

O que é palavra-chave no Google Ads?

Palavra-chave é o termo que você cadastra na campanha pra dizer ao Google em quais buscas quer aparecer. Um exemplo: "cardiologista em Ribeirão Preto".

Ela é diferente do termo de pesquisa, que é o que a pessoa digitou. Os dois nem sempre coincidem, porque o Google também mostra o anúncio em buscas que ele considera parecidas com a palavra cadastrada.

É por isso que uma campanha com boas palavras pode aparecer em buscas ruins. A saída é conferir toda semana o que foi digitado e bloquear o que não serve, como a gente mostra em palavras negativas no Google Ads para médicos.

Quais palavras-chave trazem quem quer agendar?

As que dão nome a um serviço: a especialidade, a consulta, o exame ou a cirurgia. Quem digita "consulta com endocrinologista" já sabe de que médico precisa e está escolhendo com quem marcar.

Algumas palavras dentro da busca mostram que a pessoa está perto de agendar:

  • "agendar", "marcar", "consulta", "atendimento".
  • "particular" ou "valor da consulta", de quem já pensa em pagar.
  • "perto de mim", o nome da cidade ou do bairro.
  • "hoje", "urgente", "sábado", em especialidades que atendem encaixe.

Já as buscas que começam com "o que é", "tem cura" ou "como tratar em casa" mostram alguém estudando o assunto. Esse público é mais bem atendido com conteúdo no site, sem pagar por clique, que é o trabalho de SEO para médicos.

Vale anunciar por sintoma?

Na maioria dos consultórios, só depois que as buscas por serviço estiverem trazendo consultas. Quem digita "cansaço o dia inteiro" ainda tenta entender o que tem. Pode acabar num clínico geral, num site de notícias ou desistir de procurar.

O sintoma faz sentido em dois casos. Um é quando a queixa leva quase sempre à sua especialidade e o paciente não sabe o nome dela. O outro é quando a página do anúncio explica o problema antes de convidar pra consulta.

Se for testar, crie uma campanha separada, com verba própria. Assim as buscas por sintoma não consomem o dinheiro das buscas por serviço, e você consegue comparar o resultado das duas.

Como usar cidade e bairro nas palavras-chave?

Cadastre a especialidade combinada com o lugar, porque é assim que o paciente escreve. Vale a cidade, os bairros de onde os seus pacientes vêm e regiões conhecidas, como "zona norte" ou "centro".

Isso não substitui a configuração de local da campanha, que limita onde o anúncio pode aparecer. Confira se ela está marcada pra alcançar quem está na região. Existe uma opção que inclui quem só demonstrou interesse pelo lugar, e essa pessoa pode morar longe.

Em cidade menor, o paciente costuma vir dos municípios vizinhos, e a lista de lugares muda. A gente trata disso em marketing médico em cidade pequena.

Correspondência ampla, de frase ou exata: qual usar?

Pra começar, use a de frase e a exata. O tipo de correspondência define o quanto o Google pode se afastar do que você escreveu.

  • Ampla: o anúncio aparece em buscas relacionadas ao tema, mesmo sem as palavras cadastradas. Alcança mais gente e pede conferência constante.
  • De frase: aparece quando a busca contém o sentido da sua palavra, com outros termos antes ou depois.
  • Exata: aparece em buscas com o mesmo significado da palavra cadastrada. Dá mais controle e menos volume.

Comparação dos três tipos de correspondência. Ampla: alcança mais gente. De frase: contém o sentido da palavra. Exata: mais controle, menos volume.

A ampla pode entrar depois, quando a campanha já registra as conversões (os contatos que vieram do anúncio) e a lista de negativas está madura.

Como montar a primeira lista de palavras-chave

Comece por um atendimento só, de preferência o que você mais quer na agenda.

  1. Escreva a especialidade ou o procedimento do jeito que o paciente fala. O nome popular costuma ser mais buscado que o técnico.
  2. Combine cada termo com a cidade e com os bairros.
  3. Deixe a campanha rodar por algumas semanas.
  4. Veja quais palavras trouxeram mensagens e, principalmente, consultas. Tire as que só gastam e crie variações das que funcionam.

O Planejador de palavras-chave do Google ajuda a ter ideias, mas os volumes que ele mostra são estimativas. Pra ler os números que aparecem ao lado de cada palavra, veja métricas do Google Ads para médicos.

Numa clínica com várias especialidades, cada uma precisa da própria lista, numa campanha separada. Com tudo junto, não dá pra saber qual especialidade trouxe as consultas, como a gente explica em tráfego pago para clínicas.

Na Vicentim Med, assessoria que atende só médicos e clínicas, essa lista é revista junto com o que a secretária relata sobre os contatos que chegaram. Os detalhes estão em tráfego pago para médicos.

Perguntas frequentes

Tráfego pago para médicos

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